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sexta-feira, fevereiro 11, 2005

Pull the Plug


Quanto tempo é que deve haver de luto em relação ao passado?quanto tempo é que demoramos a desvincularmo-nos de uma pessoa?
Ou será que não devemos ou não podemos apagar as memórias do nosso cérebro?
Tenho um livro que diz que a memória só pode ser reeditada, mas nunca pode ser apagada, o que significa que por mais refundidos que os nossos pensamentos estejam, numa gaveta minúscula cheia de pó armazenada no cortex zy10, eles estão lá!eles existem!they live! por mais que não quisermos todas as recordações estão armazenadas para eventualmente nos assombrarem mesmo que seja numa 4a feira á tarde daqui a 27 anos.

A memória é uma coisa que me perturba, por mais que não queira ando sempre a pensar nisso...no outro dia lembrei-me da letra de uma música do festival da eurovisão de prai1981 (j´aime j´aime la vie) e ia-me dando uma coisa má, como é que eu me lembro destas coisas?onde é que elas estão?
somos autenticos robots!quando é que puxam a ficha?estes blogs são despejos de informação inútil para o meu cérebro poder fazer reciclagem mental e continuar a pensar a pensar a pensar a pensar..................................off

13 Comments:

Blogger MIN said...

Cat, há mutas memórias que estão vivas e ainda bem que estão. Somos muito daquilo que vivemos e recordamos (e comemos!!!).

2:06 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Ás vezes o nosso cortex prega-nos partidas do caraças. Ainda me lembro do "Playback" do Carlos Paião mas n me recordo onde estacionei o carro...
O passado é lixado. Tem uma forma de se insinuar nosso presente, mas ele é a genese do que somos e onde chegamos.
Duas pessoas não tem um passado igual, até por que, mesmo tendo-o partilhado, cada um de nós tem a sua própria visão de cada evento, única.
O querem dizer não é "esquece o passado", é aprender a viver com ele. Aceitar, perceber e continuar. Nunca esquecer. Isso só nos fazia cometer o mesmo erro duas vezes.
Sim, daqui a 34 anos ainda nos lembramos da cor dos cortinado do quarto que agora temos mas provávelmente não saberemos ond deixamos a dentadura.

2:36 da tarde  
Blogger Catwoman said...

mariani...pronto tá bem...mas eu não quero ser o que como!se fosse seria uma caixa enorme de after eight, que é o meu mais recente vício...agora a serio: eu acho óptimo ter recordações, só que ás vezes cansam-me!
bjs

4:54 da tarde  
Blogger Catwoman said...

olá terapia, como dizia o outro: recordar é viver!
bjs!

4:57 da tarde  
Blogger Juleca said...

Mamã gosto muito do seu blog, está muito giroo, tem é textos um bocado extensos.
Tem sempre imensos comentários, também quero..senão não há motivação para continuar a trabalhar...oh...

5:54 da tarde  
Blogger Juleca said...

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

5:55 da tarde  
Blogger G! said...

Cat, a memória tem mesmo destas coisas, eu que o diga: por vezes lembro-me do nome de um actor na parte mais recôndita do meu cérebro e outras (muitas) não me lembro das compras para casa. "Mind games" ou como diria o poeta "Entre a memória da dúvida e a dúvida da memória, escolho a morte". Bjs

7:17 da tarde  
Blogger Juleca said...

G, eu não escrevo só sobre o benny mas este é o mês de dedicação ao benny! quero ter tipo arquivos , 1 pro benny, outro para outros temas so q ainda nao sei como fazer isso e de qq maneira so com o trabalho q ja fiz onde o benny esta "integrado" pode-se comentar muita coisa! :P
bjs

1:38 da tarde  
Blogger Catwoman said...

ai goncalo credo!

5:38 da tarde  
Blogger Catwoman said...

ai goncalo credo!

5:38 da tarde  
Blogger sofiabranco said...

Oi! Enviei mail com a explicação dos links nos posts!

Beijos.
***

6:36 da tarde  
Blogger Papa-figos said...

E as boas memórias !? tb as temos e até acho q são mais q as outras, as que queremos deitar fora ...

Valha-nos isso !

Quanto a recordar as compras de casa, mais vale lembrar de um lido sorriso! q se fod... as compras q o supermercado está lá sempre !

10:56 da manhã  
Blogger Catwoman said...

pois é papa f, as boas memorias sao, claro, mais que as más...pelo menos no meu caso...o meu ponto, que eu acho que não foi bem explícito,era interrogar-me tantas vezes sobre os esconderijos cerebrais que existem e que trabalham em silêncio...mas pronto, não se pode ser sempre compreendido!
bjs

11:11 da tarde  

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